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Dara, o tesouro!


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Olá! Sempre leio os posts do site, são maravilhosos. Gostaria também do contar minha históriaa com essa raça apaixonante.

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Minha irmã sempre dizia que queria um bull, mas era uma raça que eu nunca tive grande adoração. Até que demos a ela um baby de aniversário em 2002. Bastou eu colocar os olhos nele para me apixonar. Fui criada com cães desde que nasci (fila brasileiro, poodle, basset hound) e são todos adoráveis, mas nada se comparava ao Aragon. Ele é ABSURDAMENTE carinhoso e companheiro, a carinha dele é incrivelmente linda e fofa, é algo que não dá para explicar. Enfim, os anos se passaram e eu me casei ano passado. É claro que ninguém deixou que eu levasse o nosso roliço, e também não achei justo, pois sempre moramos em casas grandes, e eu me mudaria para um apê pequeno.

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Cerca de um mês após eu e meu marido mudarmos para nosso tão sonhado apê, estavamos na casa da minha sogra conversando sobre cães quando minha cunhada diz: “Cá, se vc souber de alguém que queira um bulldog, me fala pq a mãe da minha amiga está doando uma fêmea”. Na hora comecei a fazer mil perguntas e recebi todas as informações da cadelinha. Ela já está com 05 anos, veio de uma canil. Está sendo tratado pq tem displasia e está mancando. Como teve muitas crias (08 ou 10) a pele de sua barriga e tetas é caída (quase arrsta no chão quando ela anda) e seria operada para corrigir isto e castrada. Eu já sabia que meu marido não queria animais, quanto mais um bulldog (nossa casa era novinha, com tudo novinho, e um bull não é lá um cão muito pequeno), mas me senti obrigada a pedir para conhecermos a cachorro. No começo ele não quis, mas éramos eu, minha cunhada e minha sogra a favor de irmos conhecê-la, e combinamos que iriamos apenas para conhece-la. Isso era por volta de 22:00 h num domingo. Chegando lá, conhecemos nossa Dara ( ela e outros vários cães e gatos de todos os tamanhos e raças, um mais lindo que o outro). Linda, branquinha, com aquela carinha de “quero carinho”. Uma gordinha irresistível. meu marido surpreendeu a todos quando me disse: ” E aí, vamos levar?”

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Saímos de lá com a Dara, foi a maior emoção.

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Chegamos em casa, a acomodamos e fomos dormir e deixamos ela quietinha para ir se acostumando. Ela era uma cachorra bem tímida, ficava nos cantinhos. Nos dias seguintes fiquei até meio preocupada, se ela iria se acostumar conosco, com a casa. Será que ela seria feliz com a gente? Prosseguimos o tratamento da displasia, dos olhinhos, e demos a ela tudo que podiamos (caminha, brinquedos, petiscos), tudo para fazê-la se sentir feliz. E graças a Deus funcionou. A gordinha foi se soltando, foi se aostumando com a gente, e ficando cada vez mais carinhosa e fofa. Veio sua cirurgia (castarção e plástica das tetas). Foi uma agonia e preocupação sem fim. Mas hoje nossa gorda está sadia e feliz. Ela é o nosso bebê. Está com a displasia totalmente controlada. Quando aprendeu a subir e descer escadas, foi o nosso maior orgulho. Quando chego em casa ela vem correndo com o rabinho balançando (na verdade ela se balança toda, rebola que nem uma musa). Agora aprendeu a fuçar no lixo da cozinha e ficar lambendo os restos…rsrsrs. Nosso apê parece um tepete de pêlos, nosso sofá já está meio “babadinho”, mas basta ela olhar pra gente com aquela carinha que esses detalhes simplesmente desaparecem. Outro dia me perguntaram: “Você não se arrepende de estar com ela?” Eu perguntei o porque. “Porque a casa de vocês é novinha, e ela fica soltando pelôs, tomando remédios, fazendo sujeira”. Eu pensei bem e respondi:” Ela é a alegria da nossa casa, adotá-la foi a melhor coisa que fizemos”.

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E realmente foi.  Vê-la bem, feliz, é a maior rcompensa. A Dara é o nosso tesouro, nosso amor, não trocaria ela por filhote perfeito nenhum nessa vida.

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obs.: Só um comentário sobre a minha gordinha. Ela é avó da bullzinha Danka, filha da Rosângela. Acho que se lembram, uma gordinha que tinha problemas ortopédicos, passou por cirurgias, mas infleizmente acabou indo para o céu dos animais devido á ingestão de pedaços de brinquedos. E foi a Rosângela que “salvou” a minha Darinha da vida do canil, e trouxe ela até nós. Somos eternamente gratos por isso.


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Abraços, Camila

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